4.11.11

Poá, romantismo e feminilidade


Pin up: Elas que fizeram os soldados americanos suspirarem em pleno campo de batalha da segunda Guerra Mundial eram adeptas ao poá.

O poá ou polka dot ou estampa de bolinhas, febre nos anos 50, foi muito desfilado no verão pelas ruas do hemisfério norte. Com um estilo ultra-feminino, é uma estampa que divide opiniões. Alguns acham muito vintage, outros com cara de boneca.

Eu particularmente adoro. Minha última aquisição foi uma camiseta de poá branca com as bolinhas azuis marinho e a gola vermelha. Ela tem um "quê" de navy. Gosto de usar com jeans e um blazer, fica ótimo.

Alguns looks para ver como elas usam:


Onde encontrar por aqui:                                                                                                                     

3.11.11

Pra investir: Cap toe

Coco Chanel inventou nos anos 50 o sapato Cap toe, aquele que tem a ponta de outra cor. Esse modelo já virou hit entre as celebrities e promete ser a sensação do verão.

                                                 O clássico Cap toe Chanel

Ele já está tomando o lugar do Peep toe, aquele que deixa a ponta dos dedos de fora.

Algumas opções:



Opções em flats


A coleção de Cap toes de Louboutin

Como as celebrities usam:                                                                                                              




E vocês, usariam? Ou preferem continuar no peep toe?                                                                         

Playing for change!

Ontem no almoço em família meu tio me mostrou um projeto que eu achei fantástico! Ele não é novo, alguns já devem ter visto, mas resolvi fazer um post pra divulgar esse trabalho e apresentar pra quem ainda não conhece. O mais legal, é que quando cheguei em casa e resolvi dar uma pesquisada, descobri que eles vão vir pro Brasil, vão tocar no SWU! Bom, vamos ao que interessa.

O projeto surgiu quando o engenheiro de som e produtor musical Mark Johnson andava numa estação de metrô em NY e viu dois monges cantando e tocando. Ele afirma ter visto nessa cena a incrível habilidade que a música tem de aproximar as pessoas. Poucos entendiam a letra ou a música, mas todos sentiam o poder que ela tinha.


                                          Playing for change
"Então percebi que uma boa parte da melhor música que eu ouvia se encontrava na rua, no caminho do estúdio onde eu trabalhava. Decidi montar um estúdio móvel e procurar pelos momentos de música e inspiração onde eles estivessem", conta Mark.

Desde então Johnson roda o mundo gravando artistas de rua em seu habitat. Os registros renderam um documentário em 2003, "Playing for change", mas Mark viu outra cena que mostrou para ele que o projeto poderia ser maior.

Ele estava em Santa Monica, Califórnia, quando ouviu Roger Ridley cantando "Stand by me". A partir disso ele correu o mundo para buscar outros artistas para adicionar à gravação de "Stand by me".



Essa gravação transformou o projeto Playing for change de um grupo pequeno num movimento global de paz e compreensão. A faixa traz 35 músicos de todo o mundo. "Eles podem não ter se encontrado nunca, mas conversam pela música", explica o produtor.




Esse projeto que foi lançado em CD/DVD "Playing for change: Songs around the world", pela Universal, ganhou corpo e se tornou uma fundação. Hoje, esses músicos de rua são professores de música em seus países e ensinam crianças com potencial, mas sem condições financeiras. Pelo site é possível ajudar fazendo doações para a compra de instrumentos musicais. E também a divulgação é muito importante.




Que pena que vou viajar no feriado, senão estaria com certeza os assistindo no SWU (13/11) ou em São Paulo (14/11). Eles também vão fazer um show em BH (15/11).

O vídeo de "Stand by me" vocês podem ver aqui. Não é incrível??


2.11.11

Benefit no Brasil


A marca da Califórnia de makes Benefit, que investe em embalagens lindas, femininas, vintage e bem-humoradas, chegou ao Brasil.



Primeiro as vendas serão online, começaram ontem na Sack´s, e ano que vem estarão nas lojas da Sephora que abrirão no Brasil. Mais tarde também poderemos econtrar nas lojas próprias.



Cosméticos orgânicos

Você pode cuidar da beleza enquanto preserva o meio ambiente. Conheça os cosméticos orgânicos.
Sempre me esforcei a pensar de maneira sustentável, mas nunca gostei de neuroses. Quando conheci os cosméticos orgânicos fiquei com um pé atrás, mas depois que comecei usar eu realmente APROVEI!

Você não precisa jogar tudo aquilo que usa fora e investir apenas nos orgânicos, mas experimente! Além de preservar o meio ambiente, é nítida a diferença na pele e no cabelo, afinal não é só a natureza que sente o impacto das combinações químicas. Eles são fabricados com matérias-primas livres de substancias tóxicas, além de passar por todo um processo ecologicamente correto de produção e teste.

Em Jundiaí conheci a proprietária da empresa Viva Amazon, Elaine Giroto, é representante exclusiva da Arte dos Aromas.



Na gama de produtos, são os óleos e extratos vegetais, óleos essenciais e outros ativos que promovem resultados reais na pele e não agridem o meio ambiente. Nada de origem animal ou proveniente do petróleo é utilizado, e com essas características, Elaine acredita que o cosmético orgânico está automaticamente associado à qualidade de vida. “O tratamento vem de dentro para fora. Com o uso dos produtos orgânicos, você busca muito mais do que uma pele ou cabelos bonitos, você busca uma filosofia de vida, você busca a sustentabilidade”, completa.



Em todos os produtos Arte dos Aromas, as matérias-primas são amazônicas, e os produtos certificados pela ECOCERT, uma certificadora francesa que adiciona um diferencial importante aos cosméticos naturais, pois dizem ao consumidor que contém matérias-primas produzidas sem a utilização de defensivos agrícolas e obedecem às normas de certificação orgânica estabelecida por padrões reconhecidos internacionalmente.

Entre as matérias-primas mais utilizadas está o açaí, que apresenta propriedades altamente rejuvenescedora, como o Omega 3, 6 e 9, e também é conhecido pelo seu desempenho antioxidante e antienvelhecimento. Já a castanha do Pará, cupuaçu e buriti, por serem mais oleaginosos, apresentam propriedades hidratantes, e promovem a elasticidade da pele. O andiroba é conhecido pela sua ação energizante. Aprendi com a Elaine um escalda pés de apenas 15 minutos com sais efervescentes de andiroba. É muito revigorante. Ótimo pra uma sexta-feira depois do trabalho, você fica pronta pra noite.

Os produtos que eu estou usando e mais gosto são a máscara capilar de castanha do Pará, ótima para os meus cabelos com luzes, o escalda pés de andiroba e as máscaras de argila. Uma semana eu faço com argila branca, muito boa para clarear a pele, e na outra semana faço com a argila verde, indicada para peles mistas ou oleosas. Ela previne a acne.

Fica a dica: preparo a argila em pó com a água termal da La Roche-Posay, a pele fica uma delícia.




Fica a dica: Uma vez por semana eu faço uma máscara para os cabelos com a máscara de castanha do Pará e algumas gotinhas de Moroccanoil, fica MUITO BOM!

Ah, as embalagens são feitas por uma comunidade indígena. A cuia para preparar a mascára de argila dá um toque mais que especial!



Conheça os produtos:
 Facebook: vivaamazon.elainegiroto 
 (11) 86102245 ou (11) 48164827.

1.11.11

Boy Chanel, mais um clássico

Boy Capel, homem que financiou a carreira de Chanel e morreu em um acidente de carro em 1919, foi o amor da vida da estilista e dono de uma cartucheira de caça que Coco usava. Esses elementos serviram de inspiração para mais um lançamento da marca que promete virar hit (foi lançada em Paris em maio).

                                                           Chanel e Boy Capel

O design discreto faz com que a bolsa Boy Chanel seja apontada pelas revistas de moda francesas como o novo clássico dos clássicos.




Feita em couro nobre, três tamanhos diferentes e com opções nas cores vermelho, cinza, preto, verde e marfim.

                                           Imagem da campanha publicitária
  http://www.chanel.com/

E vocês, o que acham? Vira clássico?
Já entrou na minha wish list!
                                                                                                                                                       

Fast fashion

Traduzido literalmente como "moda rápida", fast fashion é o termo usado por marcas que possuem uma política de produção rápida. Ou seja, tudo aquilo que vira tendência você encontra em uma fast fashion onde tem uma produção em larga escala, o que geralmente faz o preço cair.

Com essa política de produção rápida e contínua, essas marcas trocam suas coleções semanalmente, ou até diariamente, levando ao consumidor as últimas tendências da moda em tempo recorde e preços acessíveis.

Este conceito, que surgiu na Europa, está presente em quase todas as cadeias das grandes e pequenas marcas de moda do mundo. Fruto de um consumo prêt-à-porter atual, onde a moda está cada vez mais relacionada à rapidez, o fast fashion pode construir ou destruir uma marca que se beneficia da criação dos outros.

Quando as fashion weeks ainda nem terminaram, as fast fashion já estão com as tendências nas araras. Isso pode acabar prejudicando o ciclo da moda, pois quando a tendência realmente chega, já está velha. Como a estampa de píton que vocês viram aqui.

                                   Coleção exclusiva da Lanvin para H&M

Para o consumidor esse conceito é fantástico, afinal podemos consumir tudo o que é trend pagando muito menos, e ao mesmo tempo que aqueles que PODEM comprar as peças exclusivas.

Na minha opinião o fast fashion não se resume apenas a um negócio de cópias e nem a produção mais acessiva, mas sim uma revolução na moda. Lembrando que existem fast fashions que são para consumidoras de alto poder aquisitivo também, então, o conceito não está ligado diretamente ao preço.

                                Fachada da queridinha americana Forever 21 (acho que a minha favorita!!)
                                no coração de NY, Times Square.

O fast fashion envolve o consumidor no design do produto, na medida em que é produzido aquilo que o consumidor deseja.

As mais cobiçadas fast fashion gringas e as brasileiras, que estão cada vez mais inseridas no conceito, principalmente no quesito fashion: